Une vie écrite

Une vie écrite

Lourenço, Eduardo

Editorial Gallimard
Fecha de edición octubre 2015 · Edición nº 1

Idioma francés

EAN 9782070105601
176 páginas
Libro


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P.V.P.  14,35 €

Sin ejemplares (se puede encargar)

Resumen del libro

Depuis plus de soixante ans, Eduardo Lourenço marque de son empreinte le paysage intellectuel portugais et européen. Tout au long de son oeuvre, il s'est inlassablement interrogé sur la question de l'Europe, sur la possibilité d'une conscience européenne, sur le devenir de la culture dans cet espace bouleversé. Observateur du monde, il est également l'un des meilleurs connaisseurs de ce qui fonde l'identité portugaise, et notamment de l'un de ses trésors : sa poésie.
Les textes présentés dans cet ouvrage sont autant de jalons de cette vie passée à écrire, à débattre, à mettre en doute, à questionner le monde. Ils retracent également une certaine histoire littéraire du Portugal e de l'Europe, de Montaigne à Pessoa.

Biografía del autor

Ensaísta português, nasceu a 29 de Maio de 1923, em S. Pedro de Rio Seco, Almeida. Formado em Ciências Histórico-Filosóficas pela Universidade de Coimbra, onde foi professor entre 1947 e 1953, leccionou depois em várias universidades, como a da Baía, no Brasil, e nas Universidades de Hamburgo, Heidelberg, Montpellier, Grenoble e Nice. Fixando residência em Vence, leccionou, até à sua jubilação, na Universidade de Nice.
Tendo marcado durante cinquenta anos, com especial ressonância no pós-25 de Abril, o pensamento português, a voz de Eduardo Lourenço exerce um profundo e consensual fascínio sobre a intelectualidade portuguesa, surpreendendo pela "capacidade de ser portador de um olhar sempre diferente e inquietante sobre os problemas de que se ocupa", espantando pela "pluralidade de interesses, a imensidão de uma cultura que não se entrincheira em redutos de erudição, o jogo ilimitado das referências" (cf. COELHO, Eduardo Prado - "Eduardo Lourenço: Um Rio Luminoso", in A Mecânica dos Fluídos, Lisboa, INCM, 1984, p. 280).
Em complementaridade com o trabalho de crítica literária, o ensaísmo de Eduardo Lourenço revela uma particular preocupação na análise das autognoses colectivas que a cultura literária e artística espelham, reflexão que, desde O Labirinto da Saudade até Poesia e Metafísica, examinando "as imagens que de nós mesmos temos forjado", culminaria com uma interrogação sobre o destino português, não só no modo como ele é percepcionado nas obras e no nome de alguns dos seus vultos mais representativos (Camões, Antero e, sobretudo, Pessoa), mas, de forma mais abrangente, em volumes como Portugal Como Destino Seguido de Mitologia da Saudade (1999), sobre o modo como esse destino é miticamente sobredeterminado. Considerando, do exterior (português fora de Portugal), o destino português, Eduardo Lourenço consegue, neste último volume, fazer concorrer todo o seu saber (histórico, filosófico, literário), para formular, no fim de século, sem qualquer intuito doutrinário, uma imagem imparcial do ser português, na sua singularidade e universalidade, espelho, onde, observando-se, pode conhecer-se e aceitar-se "tal como foi e é, apenas um povo entre os povos. Que deu a volta ao mundo para tomar a medida da sua maravilhosa imperfeição.




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