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Viagem a Granada - seguida de Poesia

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Viagem a Granada - seguida de Poesia

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Viagem a Granada - seguida de Poesia

  • Editorial: Zéfiro
  • Fecha de la edición:
  • Número de la edición: 1
  • ISBN: 978-989-677-143-0
  • EAN: 9789896771430
  • 476 páginas
  • Idiomas: portugués
Quatro décadas depois da seminal Arte Poética, em Viagem a Granada António Telmo actualiza duplamente a sua filosofia, como quem a revê para a pôr em acto, do conhecimento pela experiência à express o pelo pensamento, num volume onde se reúne ainda toda a sua surpreendente poesia, em grande parte inédita.

Meu caro amigo, a filosofia portuguesa ensina a liberdade e n o a submiss o e a obediência, seja a homens seja a ideologias. Eu admito que por amor de Deus uma pessoa se deixe escravizar por um mestre que diz conhecer o caminho, mas gosto mais de pensar que Deus prefira os homens e as mulheres que o servem livremente. Sabe por que é que no grupo de filosofia portuguesa se privilegia o pensamento sobre os outros modos de mediaç o? É porque só se pode pensar individualmente. Ali, nunca soubemos o que era trabalhar em grupo.

António Telmo

No livro de 2005 como se viu já o que o seu autor ainda nos prop e é uma filosofia que seja essencialmente uma arte poética, criadora de força, de sabedoria e de beleza pela virtude dos conceitos'. Se bem que a ordem da respectiva enunciaç o n o seja a canónica, a alus o, pela tríade iniciática, à tradiç o maçónica é aqui muito evidente, o que nos n o deve surpreender, porquanto, à época em que concede a entrevista à Encontro, já o filósofo, havia n o muito, tinha sido recebido no Regime Escocês Rectificado.

A raz o poética de Telmo, instrumento operativo da sua arte poética, deverá assim, doravante, ser entendida à luz da iniciaç o maçónica. E é da virtude dos conceitos que o filósofo fia a sabedoria, a beleza e a força que aquela arte poética, pois que o seja, deverá criar.

Pedro Martins
In Prefácio

António Telmo n o defende, nem pratica, propriamente, uma poesia filosófica ou uma filosofia poética. É algo de subtil, mas essencialmente diferente: acima de tudo, s o duas práticas que n o podem ignorar-se mutuamente ( )

Risoleta C. Pinto Pedro
In Posfácio

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