Ser escritor. O texto ficcional. Dilemas, enigmas e perplexidades do ofício. No vale das contrariedades. Nada do que parece é. O assertivismo é um charlatanismo. A valsa dança-se aos pares: escrita e leitura, autor e leitor, personagem e acç o, causalidade e verosimilhança, contar e mostrar, o dentro e o fora, a superfície e o fundo. O bico-de-obra do primeiro livro. Por onde começar? Com que começar? Com quem começar? A manutenç o do interesse. N o há regra sem sen o; n o há bela sem raz o. Ou o oposto. Riscos, cautelas e relutâncias.