Tizangara, primeiros anos do pós-guerra. Nesta vila tudo parecia correr bem. Os capacetes azuis já haviam chegado para vigiarem o processo de paz, e o dia a dia da populaç o corria numa aparente normalidade. Mas por raz es que quase todos desconheciam, esses mesmos capacetes azuis começaram, de súbito, a explodir. Massimo Risi, o soldado italiano das Naç es Unidas destacado para investigar estas estranhas explos es, chega a Tizangara. Colocam-lhe um tradutor à disposiç o, e é através do relato deste que tomamos conhecimento dos factos. Entramos num mundo de vivos e de mortos, de realidade e de fantasia, de feitiços e de sobrenatural. A verdade e a ficç o passam por nós em personagens densamente construídas, de que o feiticeiro Andorinho, a prostituta Ana Deusqueira, o padre Muhando, o administrador Estêv o Jonas e a sua mulher Ermelinda, a velha-moça Temporina, o velho Sulplício, s o apenas alguns exemplos... O mistério adensa-se. Os soldados da paz morreram ou foram mortos?