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Bronco Angel, o cow-boy analfabeto

14,62 €

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Bronco Angel, o cow-boy analfabeto

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Bronco Angel, o cow-boy analfabeto

  • Editorial: Tinta Da China
  • Fecha de la edición:
  • Lugar de la edición: Lisboa
  • Número de la edición: 1
  • ISBN: 978-989-671-285-3
  • EAN: 9789896712853
  • 128 páginas
  • Idiomas: portugués
Uma novela humorística escrita sob o pseudónimo William Faulkingway, publicada como folhetim no jornal satírico O Bisnau , na década de 1980.

De uma forma ou de outra, quase tudo é riso em Fernando Assis Pacheco. Fazer troça da própria dor pode ser um poderoso analgésico. Uma pessoa sofre, uma pessoa comove-se, uma pessoa chora, mas no instante em que o sofrimento ameaça tornar-se autocomplacência é altura de sabotar a mariquice com uma boa gargalhada. A farsa é capaz de ser a arma mais eficaz de que dispomos perante a tragédia. Ou, pelo menos, a melhor maneira de lhe empatarmos o passo, já que o resultado final está escrito de antem o. Carlos Vaz Marques

Eu nasci de catorze meses, que é assim um bocadinho prematuro ao contrário, e foi por causa que a minha m e n o queria alcançar mas depois distraiu-se e o meu pai disse:
"Olha, se for rapariga chama-se Custódia", mas nasci eu.
Quando eu nasci, a parteira olhou muito para mim e exclamou:
"Este moço é mais feio do que uma embalagem de fósforos de cozinha!"
Isto s o coisas que eu ouvi contar e n o ligo, porque realmente se fosse a ligar emigrava mas era para o Alasca e nunca mais punha os pés em Crow Junction, ora essa. A parteira nem levou dinheiro pelo serviço, ficou cheia de pena. Diz-se que disse à madrinha:
"Mais valia ter nascido de sete meses, para vocês se irem habituando. Agora de catorze "

Ediç o e prefácio de Carlos Vaz Marques
Ilustraç es originais de Jo o Fazenda

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