O assassinato de duas prostitutas, no Rio de Janeiro, que, de início, parece obra de um maníaco sexual, abre uma caixa de Pandora de onde v o brotando, no decorrer de uma aç o trepidante, as complexas ramificaç es de um tenebroso sindicato do crime. A história passa-se em boîtes e bares sórdidos, em sumptuosas mans es do Rio, em vilarejos da fronteira entre a Bolívia e o Brasil, onde reinam a cocaína e o crime, bem como na interminável viagem de um comboio que percorre metade do Brasil com couchettes que rangem sob o peso de casais fazendo sexo. Do posfácio de Mario Vargas Llosa